"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."

Agostinho de Hipona



sábado, 14 de setembro de 2013

A graça de Deus nos capacita a enfrentar o sofrimento


A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que "Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores". Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra. Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele. 


Charles Stanley em seu livro Como lidar com o sofrimento, sugere-nos algumas preciosas lições.

Em primeiro lugar, há um propósito divino em cada sofrimento (2Co 12.7). Há um propósito divino no sofrimento. O nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas. Na escola da vida Deus está nos preparando para sermos consoladores. Jó morreu sem jamais saber porque sofreu. Paulo rogou ao Senhor três vezes, antes de receber a resposta. O que Paulo aprendeu e que nós também precisamos aprender é que quando Deus não remove "o espinho", é porque tem uma razão. Deus não permite que soframos só por sofrer. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos. 

Em segundo lugar, é possível que Deus resolva revelar-nos o propósito de nosso sofrimento (2Co 12.7). No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão de ser do "espinho": evitar que ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou nem perguntou por que estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento. Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Ele revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai. O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.

Em terceiro lugar, o sofrimento pode ser um dom de Deus (2Co 12.7). Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse: "Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas cousas em sobrevêm" (Gn 42.36). A providência carrancuda que Jacó pensou estar laborando contra ele, estava trabalhando em seu favor. O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente. 

Em quarto lugar, Deus nos conforta em nossas adversidades (2Co 12.9). A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus respondeu a Paulo que ele não estava sozinho. Deus estava no controle de sua vida e operava nele com eficácia. Precisamos compreender que Deus está conosco e no controle da situação. Precisamos saber que Deus é soberano, bom e fiel. Jó entendeu isso: "Eu sei que tudo podes e ninguém pode frustrar os teus desígnios". 

Em quinto lugar, pode ser que Deus decida que é melhor não remover o sofrimento (2Co 12.9). De todos, esse é o princípio mais difícil. Quantas vezes nós já pensamos e falamos: "Senhor por que estou sofrendo? Por que desse jeito? Por que até agora? Por que o Senhor ainda agiu?". Joni Eareckson ficou tetraplégica e numa cadeira de rodas dá testemunho de Jesus. Fanny Crosby ficou cega com 42 dias e morreu aos 92 anos sem jamais perder a doçura. Escreveu mais de 4 mil hinos. Dietrich Bonhoeffer foi enforcado no dia 9 de abril de 1945 numa prisão nazista. Se Deus não remover o sofrimento, ele nos assistirá em nossa fraqueza, nos consolará com sua graça e nos assistirá com seu poder. A graça de Deus nos capacita a lidar com o sofrimento, sem perdermos a alegria nem a doçura (2Co 12.10).

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O compromisso com o testemunho do evangelho


O apóstolo Paulo menciona três disposições inabaláveis do seu coração em relação ao evangelho: "Eu estou pronto" (Rm 1.14); "eu sou devedor" (Rm 1.15) e "eu não me envergonho" (Rm 1.16). Temos aqui três verdades: A obrigação do evangelho: "sou devedor"; a dedicação ao evangelho: "estou pronto"; e a inspiração do evangelho: "não me envergonho". Vamos examinar esses três compromissos com o evangelho. 

Em primeiro lugar, eu estou pronto a pregar o Evangelho (Rm 1.14). A demora de Paulo em ir a Roma não era falta de desejo do apóstolo, mas impedimentos circunstanciais alheios à sua vontade. Esse atraso, na verdade, enquadra-se no sábio arbítrio de Deus, pois resultou na escrita desta epístola, que tem merecido o encômio de ser "o principal livro do Novo Testamento e o evangelho perfeito". Paulo sempre esteve pronto a pregar. Ele pregava em prisão e em liberdade; nas sinagogas e nas cortes; nos lares e nas praças. Pregava em pobreza ou com fartura. Ele chegou a dizer: "ai de mim, se não pregar o evangelho" (1Co 9.16). Pregar o evangelho era a razão da sua vida.

Em segundo lugar, eu sou devedor do Evangelho (1.15). Há duas maneiras de alguém se endividar. A primeira é emprestando dinheiro de alguém; a segunda é quando alguém nos dá dinheiro para uma terceira pessoa. É no segundo caso que Paulo se refere aqui. Deus havia confiado o evangelho a Paulo como um tesouro que ele tinha que entregar em Roma e no mundo inteiro. Ele não podia reter esse tesouro. Ele precisava entregá-lo com fidelidade. Deus nos confiou sua Palavra. Ele nos entregou um tesouro. Precisamos ir e anunciar. Sonegar o evangelho é como um crime de apropriação indébita. O evangelho não é para ser retido, mas para ser proclamado. Ninguém pode reivindicar o monopólio do evangelho. A boa nova de Deus é para ser repartida. É nossa obrigação fazê-la conhecida de outros. Proclamar este evangelho em todo o mundo e a toda criatura não é questão de sentimento ou preferência; é uma obrigação moral; é um dever sagrado. 

Em terceiro lugar, eu não me envergonho do Evangelho (1.16). Paulo se gloria no evangelho e considera alta honra proclamá-lo. Ao considerarmos, porém, todos os fatores que circundavam o apóstolo, nós poderíamos perguntar: Por que Paulo seria tentado a envergonhar-se do evangelho ao planejar sua viagem para Roma? Porque o evangelho era identificado com um carpinteiro judeu que fora crucificado. Porque naquela época como ainda hoje os sábios do mundo nutriam desprezo pelo evangelho. Porque o evangelho, centralizado na cruz de Cristo, era visto com desdém tanto pelos judeus como pelos gentios. Porque pelo evangelho Paulo já havia enfrentado muitas dificuldades. Porém, a despeito dessas e outras razões, Paulo pode afirmar, com entusiasmo: "Porque não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16). 

Hoje há três grupos bem distintos: Primeiro, aqueles que se envergonham do evangelho. Segundo, aqueles que são a vergonha do evangelho. Terceiro, aqueles que não se envergonham do evangelho. Em quais desses grupos você se enquadra? Qual tem sido o seu compromisso com a proclamação do evangelho? Que Deus desperte sua igreja, para que como um exército poderoso, cheio do Espírito Santo, se levante para proclamar com fidelidade o evangelho da graça. Pregar outro evangelho ou sonegar o evangelho é um grave pecado; porém, anunciar o evangelho, é o maior de todos os privilégios!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A informação que corrompe versus a fé vem pelo ouvir


Há quem diga que o ser humano é o que pensa. Se o ser humano não é o que pensa, certamente, age do que pensa, e pensa do que ouve. Na fala em Mt 16.5-12, Jesus diz que é necessário tomar cuidado com o que se ouve.

É curioso, mas, agimos muito mais pelo que ouvimos, do que pelo que vemos ou constatamos. Talvez, porque ver exija sincronização, a pessoa teria de estar, de alguma forma, no local, no momento do ocorrido; etalvez porque constatar demande muito trabalho.

“A fé vem pelo ouvir”, disse Paulo (Rm 10.17). A fé verdadeira vem de ouvir da Palavra de Deus. Mas a história humana dá conta de que, para o ser humano desenvolver crença, basta ouvir; o que coloca um peso de responsabilidade incomensurável sobre quem fala.

Tudo, nos diz a Bíblia, nasce da palavra, e, como se comprova na história, pelas falas a sociedade é construída.

Jesus sabia que os humanos são ávidos por informação. Não pela informação em si, mas, pelo poder que saber mais do que o outro confere ao informado. O tal desejo de ser como Deus (Gn 3.5). Mas todo aquele que deseja o poder predispõe-se a cair em ciladas (1 Tm 6.9).

Deve ser por isso que Jesus adverte seus alunos a se acautelarem das doutrinas dos fariseus e dos saduceus. Pois, não dá para imaginar que tais doutrinas, e tais doutrinadores pudessem competir com os ensinos e a maestria de Jesus.

Jesus, todavia, sabia que o ser humano é corruptível. Jesus sabia que a má informação, corrompe. Jesus sabia, também, que a palavra que corrompe é a palavra que foi corrompida. Jesus sabia que mesmo a palavra vinda de Deus poderia ser corrompida.

Interessante, os saduceus e os fariseus representavam extremos da fé judaica. Os saduceus aceitavam parte da Bíblia, os fariseus aceitavam a Bíblia toda. Os saduceus enfatizavam as atividades no templo como o cerne da fé; os fariseus enfatizavam o moralismo como cumprimento da lei. Ambos, porém, ensinavam o erro. Os saduceus não viram que os sacrifícios falavam da necessidade do sacrifício definitivo; os fariseus não viram que a lei apontava para a necessidade de haver um salvador.

No erro, os extremos se encontravam e se tornavam uma coisa só: informação que corrompe. Como distinguir que laboravam em erro, se eram, entre si, opostos, de tão distantes e antitéticos? Eles se encontravam na incapacidade de reconhecer o Cristo e de fazer o Cristo reconhecido.

Continua assim: todo ensino que, pretensamente, nascido da Bíblia, não reconheça o Cristo, que é o sacrifício que nos traz a salvação, e o esvaziamento e a doação que nos estabelece o padrão para viver, e não aponte o Cristo como o centro da fé, se tornou informação que corrompe.

Nota: artigo publicado originalmente no blog do autor.

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Ariovaldo Ramos é escritor, articulista e conferencista sobre a missão da igreja. Foi presidente da AEVB (Associação Evangélica Brasileira), missionário da SEPAL. Atualmente é presidente da Visão Mundial no Brasil e um dos presbíteros da Comunidade Cristã Reformada, em São Paulo (SP). 

sábado, 3 de agosto de 2013

Piruetas, coreografias e o Espírito Santo

Quando eu pensei que já tinha escutado todos os argumentos em favor das piruetas e coreografias que “evangélicos” fazem durante o culto, me deparei com esta: quando o Espírito desceu em Pentecostes sobre os apóstolos, eles se comportaram como bêbados, pulando, dançando, caindo e girando, pois foi esta a impressão que a multidão teve: “Todos, atônitos e perplexos, interpelavam uns aos outros: Que quer isto dizer? Outros, porém, zombando, diziam: Estão embriagados” Atos 2.12-13.

Então, tá. Mas, será que foi isto mesmo o que ocorreu? 

Estes dois versículos expressam as diferentes opiniões da multidão sobre o aquele fato estranho, que homens incultos estavam falando em idiomas das diversas nações ali representadas.


Um parte da multidão estava confusa, sem saber como pessoas ignorantes podiam fazer aquilo. Eles estavam realmente intrigados com o ocorrido e abertos para ouvir a explicação que Pedro haveria de dar em seguida, em seu sermão.

Mas, uma parte da multidão era de zombadores, gente que não percebeu a seriedade do que estava acontecendo. E zombando, disseram que os apóstolos estavam bêbados, isto é, dizendo coisas sem sentido como os bêbados costumam dizer. Era esta a explicação que eles acharam para o fenômeno.
Algo semelhante ao que Paulo diz, que se um incrédulo entrar na igreja quando todos estiverem falando em línguas ao mesmo tempo, ele vai dizer que estão loucos – algo perto de bêbados (1Co 14.23). 

Os zombadores disseram que eles estavam bêbados não porque eles estavam, como alguns bêbados, cantando, dançando, caindo, girando, gesticulando, pulando, mas porque estavam falando coisas incompreensíveis, palavras sem sentido – para os zombadores.
Não tinha nada a ver com a postura e comportamento deles, mas com as coisas que estavam dizendo.

Portanto, não faz o menor sentido usar a opinião dos zombadores de Pentecostes para justificar que hoje os crentes, cheios do Espírito, dançam, pulam, caem, giram, gritam.

Na verdade, Paulo diz, “não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espirito” (Ef 5.18), o que prova que ser cheio do Espírito é exatamente o contrário do comportamento de bêbados.

”Errais, não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus” (Jesus)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Tire pedras do caminho


“Disse Jesus: `Tirem a pedra” (Jo 11. 39). No Evangelho de João, temos a narrativa do apóstolo a respeito da ressurreição de Lázaro. Nesse texto o evangelista conta que Lázaro, irmão de Marta e Maria havia morrido. Maria, entristecida, procurou Jesus para contar o que havia acontecido. Imediatamente Jesus foi ao túmulo, que era uma caverna, onde havia uma pedra posta sobre ela. Diante do constrangimento de todos, disse Jesus: “Tirem a Pedra” (Jo 11. 39). E em seguida, depois de pedir a Deus em oração, Ele ordenou : “Lázaro, venha para fora” (Jo 11. 43). E todos os que estavam ali no cemitério ficaram maravilhados com a ressurreição de Lázaro!

Que lições podemos tirar desse fato para a nossa vida? Primeiramente precisamos relembrar que pedras no caminho ou mesmo no sapato de alguém sempre incomodam e prejudicam a caminhada pelas estradas da vida. Além do sentido “ao pé da letra”, isto é, do sentido físico da expressão, uma pedra no caminho pode significar um obstáculo qualquer na vida pessoal, familiar, moral, profissional ou espiritual que esteja impedindo o nosso bem-estar, a nossa paz e segurança, o cultivo de valores permanentes como o amor, a justiça entre outros.
Para o nosso progresso, reconhecer as pedras que estão em nosso caminho e que nos têm impedido de viver satisfatoriamente, é fundamental. A não ser que seja uma pedra preciosa! Esta, certamente, poderia também mudar a vida de muita gente! Não sendo neste sentido, pedras no caminho sempre são obstáculos a serem superados. Que obstáculos poderiam ser esses?
Pedras no caminho como obstáculos a serem superados na vida podem ser: vícios relacionados a usos e costumes (beber, fumar, jogar, usar drogas, falar mal do próximo, entre outros); vaidade, orgulho, individualismo, egoísmo, preguiça, ressentimentos, ódio, espírito de vingança, mentira, arrogância, soberba, problemas morais envolvendo a família e muitos outros.
Todas essas pedras em nosso caminho certamente dificultarão a nossa caminhada, na medida em que são capazes de criar “calos” em nossa moralidade e espiritualidade, gerando assim dores e sofrimentos. São pedras que nos impedem de sair da “caverna” de nossa existência e de podermos assumir a vida com grandeza, alegria e paz.
Como podemos superar as pedras como obstáculos que impedem o nosso bem-estar? Alguns têm procurado superar essas pedras com recursos próprios e têm sido felizes. Tentam vencer os vícios do mal usando certos artifícios: apelam para a ajuda de especialistas, para a rotina de exercícios físicos capazes de ajudar a sistematizar hábitos ou mesmo buscam entre místicos a força que precisam para vencer os obstáculos.
Não podemos desconhecer que em certos casos, há mesmo quem consiga tirar essas pedras que atrapalham em busca de felicidade, ainda que nem sempre de maneira tão eficaz. Há também quem não tente nada e, apesar dos sofrimentos, procuram contemporizar a situação sem as soluções desejáveis.
Reconheçamos, porém, com seriedade, que existem pedras em nosso caminho que, apesar de nossos esforços, sempre teremos dificuldades para afastá-las. A família e os amigos de Lázaro tinham diante de si uma pedra superior às suas forças que era a realidade da própria morte. Lázaro era um homem morto há quatro dias. Ninguém naquele lugar poderia remover aquela pedra com sucesso. A pedra física, que estava posta sobre a caverna na entrada do túmulo, todos podiam tirar. Mas a pedra da morte que impedia a liberdade e a vida de Lázaro, somente Jesus podia remover.
Em nossa vida é também assim: repetimos, existem pedras em nosso caminho que podemos removê-las, com nossas forças, com nossa boa-vontade, com nossos recursos pessoais ou mesmo com a ajuda de alguém. Por outro lado, não nos esqueçamos das pedras em nossa vida moral e espiritual que, pelo seu porte, somente Deus, através de Cristo pode tirá-las de nosso caminho, desde que creiam nele.
Jesus Cristo tem poder para remover as situações consideradas sem jeito na vida humana. Se a sua vida tem sido considerada um caso sem jeito; se os seus problemas pessoais são de difícil solução; se você se sente ameaçado de morte em sua vida profissional, conjugal, familiar, moral, física ou espiritual, procure fazer a sua parte, tirando do caminho as “pedras” que estão ao seu alcance como o orgulho, a vaidade, a soberba, o egoísmo, a mentira, entre outras, e deixe o que você não pode fazer por conta de Jesus Cristo.
Ele tem todo poder no céu e na terra para afastar quaisquer que sejam as pedras do caminho que estejam tirando a nossa liberdade e nos ameaçando de morte. Por isso, “Ponha sua vida nas mãos do Deus Eterno, confie nele, e ele o ajudará” (Sl 37. 5), a tirar as pedras que têm atrapalhado o seu caminho!